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Quanto cobrar por um site em 2026: preço, escopo e proposta
Por Equipe Prospect Pro · 04 de outubro de 2026 · 7 min de leitura

“Quanto cobro por um site?” é a pergunta que mais trava freelancers e agências. O preço não depende só do número de páginas: depende do problema que você resolve, do tempo envolvido e do valor que o cliente enxerga. Este guia traz faixas de mercado e um jeito simples de montar a proposta.
Faixas de referência (Brasil, 2026)
Os valores variam por região e complexidade. Use as faixas abaixo como ponto de partida, não como tabela fixa:
- Landing page simples (1 página, formulário/WhatsApp): R$ 1.500 a R$ 3.500.
- Site institucional (4 a 6 páginas): R$ 3.000 a R$ 8.000.
- Site com blog/SEO e integrações: R$ 6.000 a R$ 15.000.
- Loja virtual ou sistema sob medida: R$ 12.000 a R$ 40.000+.
- Manutenção mensal (hospedagem, backups, ajustes): R$ 150 a R$ 600/mês.
O que entra no escopo (e o que não entra)
A maior fonte de prejuízo é escopo aberto. Liste exatamente o que está incluso: número de páginas, textos, imagens, domínio, hospedagem, e-mail, integrações, prazo e rodadas de ajuste. O que não estiver escrito, é cobrado à parte.
- Textos: você escreve ou o cliente fornece?
- Imagens: banco de imagens, fotos do cliente ou produção?
- SEO básico: títulos, descrições, sitemap e velocidade.
- Domínio e hospedagem: inclusos no primeiro ano?
- Suporte pós-entrega: quantos dias e o que cobre?
Como montar a proposta
Comece pelo diagnóstico (o que está ruim hoje), mostre o que será feito, o resultado esperado e o investimento. Proposta boa parece um plano de tratamento, não uma lista de páginas.
Ancore o preço no retorno: se o site ajuda a gerar 10 contatos extras por mês e o ticket médio é R$ 500, o investimento se paga rápido. Use o diagnóstico da auditoria como prova.
Aumente o ticket sem parecer caro
Ofereça planos: essencial, recomendado e completo. A maioria escolhe o do meio. Inclua manutenção e acompanhamento de SEO como recorrência — é melhor para o cliente e para o seu caixa.
Cobre 40 a 50% de entrada, entregue em etapas e deixe o restante na entrega. Isso profissionaliza a relação e evita calote.
Erros comuns na precificação
- Cobrar por hora sem estimar o escopo (e trabalhar de graça).
- Dar desconto antes de o cliente pedir.
- Não cobrar pela manutenção e virar suporte eterno.
- Prometer prazo sem buffer e entregar atrasado.
- Não formalizar o que está incluso.
Perguntas frequentes
Devo cobrar por página ou por projeto?
Por projeto é melhor para o cliente e para você: foca no resultado, não no número de páginas. Use páginas apenas para estimar esforço interno.
Como cobrar manutenção?
Mensalidade fixa com escopo claro (hospedagem, backups, atualizações de segurança e X horas de ajustes). Deixe explícito o que é extra.
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